Cirurgia Ginecológica Robótica · Hospital Albert Einstein, Morumbi
Cirurgia Ginecológica Robótica no Morumbi
Tratamento cirúrgico de mioma, endometriose e cisto de ovário com precisão, segurança e recuperação mais rápida.
Cólica intensa que não passa, sangramento fora do comum, dor na relação ou um exame que trouxe mais dúvidas do que respostas. Quando o tratamento clínico não é suficiente ou a doença está avançada, a cirurgia minimamente invasiva e a cirurgia robótica oferecem mais precisão, menos dor no pós-operatório e um retorno mais rápido à sua rotina, atreladas a um excelente resultado estético.
Cirurgia Robótica
O que é a cirurgia ginecológica robótica
A cirurgia robótica é uma tecnologia avançada indicada para o tratamento de diversas condições ginecológicas, como endometriose, miomas e cistos de ovário. O robô não realiza a cirurgia sozinho: todos os movimentos são controlados por mim, com visão tridimensional ampliada e pinças de alta precisão que reproduzem os movimentos da mão humana, com menos tremor, mais delicadeza e maior acesso, possibilitando inclusive realizar cirurgias mais difíceis pela via laparoscópica.
A tecnologia oferece visão 3D ampliada durante todo o procedimento, o que permite identificar estruturas com muito mais detalhe. As pinças robóticas reproduzem os movimentos da mão humana com maior amplitude e precisão, além de contarem com redução de tremor e uso mais preciso da energia nas pinças, o que aumenta a segurança em cada etapa da cirurgia. A ergonomia do cirurgião também é diferenciada, o que favorece ainda mais o controle fino dos movimentos, e o sistema conta com mecanismos de segurança que reforçam a precisão cirúrgica do início ao fim.
- Maior precisão cirúrgica, com visão 3D ampliada (cirurgião opera com uma visão que simula estar dentro da pelve da paciente)
- Menor sangramento durante o procedimento (uso preciso da energia)
- Menos dor no pós-operatório
- Menor risco de infecção
- Recuperação mais rápida e retorno precoce às atividades
- Cicatrizes menores e melhor resultado estético (cortes de 8mm para entrada dos portais e das pinças)
Cada caso é avaliado de forma individual para definir a melhor abordagem cirúrgica, sempre priorizando sua segurança e sua qualidade de vida.
Avaliação
Como funciona sua consulta e avaliação cirúrgica
Cada mulher tem uma história, um corpo e uma necessidade diferente, por isso a avaliação sempre começa com uma escuta cuidadosa e exame físico completo. Na consulta, converso abertamente sobre seus sintomas, histórico de saúde e expectativas, faço um exame clínico detalhado e, se necessário, solicito exames de imagem complementares, como ultrassom ou ressonância magnética, direcionados à queixa da paciente e necessidade de investigação.
Com esse conjunto de informações, defino junto com você o melhor caminho de tratamento, seja clínico ou cirúrgico, sempre priorizando a técnica minimamente invasiva quando indicada, seu conforto, sua segurança e suas perspectivas de futuro.
Tratamentos
Tratamentos cirúrgicos com a
ginecologista no Morumbi
Histeroscopia
O que é: Procedimento minimamente invasivo que permite visualizar o interior do útero para diagnosticar e tratar alterações como pólipos, miomas submucosos, aderências uterinas (sinéquias) e sangramentos anormais. Além de reposicionamento ou troca de DIU (cobre ou Mirena/Kyleena) com fio não visualizado.
Quando é indicada: Sangramento uterino fora do padrão, suspeita de pólipos ou miomas na cavidade uterina, dificuldade para engravidar sem causa aparente, DIU fora do lugar com fio não visível ou investigação de alterações vistas em exames de imagem.
Diagnóstico: Avaliação clínica detalhada associada a exames de imagem, como ultrassom transvaginal, que ajudam a definir se a histeroscopia deve ser diagnóstica (investigativa) ou já cirúrgica.
Vantagens: Pode unir diagnóstico e tratamento no mesmo procedimento, sem necessidade de incisões, usando o próprio orifício do colo uterino para entrada, com recuperação rápida e poucos dias de repouso.
Entender mais sobre a histeroscopia
Mioma
O que é: Nódulos benignos de tecido muscular que crescem na parede do útero, em diferentes tamanhos e localizações (parte interna, meio da parede ou mais para fora do útero). Muitas vezes não causam sintomas.
Sintomas: Sangramento aumentado, cólicas menstruais, anemia, dor pélvica, sensação de peso na região pélvica, aumento do volume abdominal e desconforto na relação sexual.
Diagnóstico: Anamnese e exame físico em consultório, associados a exames de imagem como ultrassom pélvico transvaginal ou ressonância magnética de pelve.
Tratamento: Pode ser clínico, com medicamentos hormonais, DIU hormonal (Mirena), anti-inflamatórios ou analgésicos, ou cirúrgico, conforme a localização e o tamanho dos miomas e o desejo ou não de gestação e preservação do útero. No tratamento cirúrgico, priorizo sempre que possível a via minimamente invasiva laparoscópica ou robótica, seja pela miomectomia (retirada apenas dos miomas) ou pela histerectomia (retirada completa do útero), o que garante menor risco de infecção, menos sangramento e recuperação mais rápida. A histeroscopia cirúrgica também pode ser usada para miomas na cavidade uterina, com procedimento mais rápido e poucos dias de repouso.
Cuidar do meu mioma com atenção
Endometriose
O que é: Condição em que o tecido que reveste o útero (endométrio) aparece fora dele, na cavidade pélvica, podendo afetar ovários, intestino, peritônio, bexiga e outras estruturas. Isso pode causar inflamação, fibrose e aderências, associadas a dores de diferentes intensidades e também a infertilidade.
Sintomas: Cólica que não melhora no período menstrual ou dor pélvica crônica, dor na relação, intestino irregular, fadiga e inchaço abdominal. Em casos mais avançados, pode causar dificuldade para engravidar.
Diagnóstico: Conversa aberta sobre os sintomas, exame clínico cuidadoso e exames de imagem específicos, como ultrassom transvaginal com preparo e ressonância magnética de pelve com preparo intestinal.
Tratamento: Humanizado e multidisciplinar, envolvendo ginecologista, fisioterapeuta pélvico, nutricionista e psicóloga. Pode incluir anticoncepcionais hormonais, anti-inflamatórios, analgésicos e DIU hormonal (Mirena). Em casos refratários ao tratamento clínico ou mais graves, o tratamento cirúrgico com cirurgia minimamente invasiva laparoscópica ou robótica é indicado, trazendo mais precisão, menos sangramento, menos dor pós-operatória e retorno mais rápido à rotina. Além de muitas vezes ser uma indicação precisa para pacientes com desejo gestacional em ciclos de fertilização assistida.
Quando a cirurgia é indicada de imediato: Lesão que compromete a funcionalidade do intestino ou do ureter, endometriomas grandes (cistos de endometriose no ovário geralmente maiores que 5 a 6 cm), endometriose no apêndice ou casos de infertilidade sem resposta ao tratamento clínico.
Buscar alívio para a endometriose
Cisto de Ovário
O que é: Formação benigna que se desenvolve no ovário e pode variar bastante em tamanho, tipo e comportamento. Muitas vezes é assintomática e descoberta em exames de rotina, mas também pode causar sintomas conforme o tamanho e as características. Os mais comuns são os cistos simples (relacionados ao ciclo ovulatório, que aparecem e desaparecem por estímulo hormonal e raramente são cirúrgicos) e os teratomas (tumor benigno de células germinativas que geralmente formam cistos com gordura ou até mesmo cabelos e dentes no seu interior, são cirúrgicos à medida que crescem muito de tamanho e podem ser recorrentes).
Sintomas: Dor pélvica, sensação de peso no abdômen e aumento do volume abdominal, inchaço, alterações no ciclo menstrual e, em alguns casos, dor durante a relação sexual.
Diagnóstico: Ultrassom transvaginal e, quando necessário, ressonância magnética de pelve, para caracterizar o tipo de cisto e avaliar o risco de complicações.
Tratamento: Pode necessitar apenas de acompanhamento clínico ou de tratamento cirúrgico, conforme o tamanho, as características e os sintomas. Quando a cirurgia é indicada, priorizo a laparoscopia ou a cirurgia robótica, técnicas minimamente invasivas que garantem maior precisão, menor dor no pós-operatório e recuperação mais rápida, sempre buscando preservar ao máximo a função do ovário.
Atenção! Raramente cistos ovarianos necessitam da retirada completa do ovário. Busque uma segunda opinião para avaliar se não há possibilidade de retirada somente do cisto, mantendo o tecido ovariano.
Investigar meu cisto com segurançaDúvidas frequentes
Dúvidas frequentes sobre
cirurgia ginecológica no Morumbi
Não. O mioma é um tumor benigno e não se transforma em câncer.
Não. A indicação depende do tamanho, da localização, dos sintomas e do quanto o mioma impacta sua saúde, fertilidade ou qualidade de vida.
Raramente. Hoje contamos com técnicas minimamente invasivas, como a laparoscopia, a histeroscopia e a cirurgia robótica, que dispensam grandes cortes, aceleram a recuperação e trazem melhores resultados estéticos. Resguardamos a cirurgia aberta (laparotomia) apenas para miomas extremamente grandes ou múltiplos. Mesmo assim, há maneiras de reduzi-los para posteriormente buscarmos a via minimamente invasiva.
Sim! Ter endometriose não significa que você não poderá engravidar. A doença pode dificultar, conforme o grau, os locais de acometimento e o tempo sem tratamento. O acompanhamento individualizado e precoce é essencial para definir o melhor tratamento e o melhor momento, seja para uma gravidez espontânea ou associada a tratamentos de fertilização assistida.
Não! O robô não opera sozinho, ele é controlado 100% pelo cirurgião, no caso, por mim. A vantagem está na precisão da visão 3D associada à movimentação das pinças delicadas, que imitam os movimentos da mão humana: menos sangramento, menos dor no pós-operatório, menor risco de infecção, cicatrizes menores e recuperação mais rápida.
Maior precisão, visão tridimensional ampliada, menor sangramento, menor dor no pós-operatório, cicatrizes menores e recuperação mais rápida, com retorno precoce às atividades do dia a dia.
O procedimento diagnóstico costuma ser rápido, mas pode gerar desconforto. Muitas vezes é realizado em consultório sem anestesia, mas, caso seja necessário, entrego orientações e medicamentos precisos para cada paciente, para reduzir o desconforto e preparar você para o procedimento. Na maioria dos casos, atualmente, realizamos em centro cirúrgico com anestesia do tipo sedação para melhor conforto, já realizando, quando necessário, intervenções e tratamento durante a histeroscopia, como retirada de pólipo, mioma ou lise de sinéquias (aderências).
Nos casos ambulatoriais, não. Mesmo nos procedimentos realizados em centro cirúrgico, em regime de Hospital-Dia, a liberação acontece algumas horas após o procedimento, sem necessidade de dormir no hospital.
Não. Muitos cistos são funcionais e desaparecem sozinhos em poucos ciclos menstruais. A cirurgia é indicada apenas quando há sintomas importantes, tamanho aumentado ou que vem crescendo, risco de complicação ou características suspeitas nos exames de imagem.
A grande maioria dos cistos de ovário é benigna. A avaliação por exames de imagem ajuda a identificar características que exigem mais atenção, o que reforça a importância do acompanhamento regular com sua ginecologista. Mas, sim, alguns cistos ovarianos podem ser neoplásicos, principalmente em pacientes com idade acima de 60 anos e de crescimento rápido, atrelado a grande quantidade de ascite (líquido na pelve).
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Cada caso é único. Marque sua consulta e vamos definir juntas o melhor caminho de tratamento para você, com toda a tecnologia e o cuidado que você merece.
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